• letra-g

     

    De acordo com alguns cientistas, a informação mais valiosa e profunda sobre o caráter de uma pessoa pode estar presente em um pequeno detalhe e falta apenas um estudo preciso para trazê-la à tona. Certos estudiosos, por exemplo, encontram a personalidade na letra manuscrita: Irene López Assor, grafóloga e psicóloga, descobriu que a forma de escrever a letra “g” pode ser determinante para compreender as tendências sexuais e sentimentais de uma pessoa. Abaixo, segue um breve guia para nos examinarmos através de nossa letra:

    A cabeça: representa a personalidade. Se é muito grande, significa que o autor precisa ser o protagonista de uma relação e não tem consideração em relação ao outro. Se muito pequeno, é um sinal de negativismo e autoestima baixa.

    O pé: mostra a capacidade instintiva. Quanto maior, maior pulsão sexual. Quanto menor, mais inibição. Quem desenha o pé de forma angular, é sádico, e, de forma triangular, é reprimido.

    A barriga: caracteriza a criatividade sexual. Se a largura coincide com a medida da cabeça, seu autor é capaz de entregar o afeto necessário e equilibrado ao seu parceiro. Se maior, reflete fantasias eróticas e uma tendência e utilizar elementos externos, como brinquedos, pornografias, etc.

    A junção com a letra seguinte: quanto mais fluido é o traço em relação à letra próxima, maior será a entrega e melhores as relações. Se está separado, é porque existe desconfiança no relacionamento. Por outro lado, se o “g” se assemelha a um “s”, é porque há imaturidade no relacionamento. Se a cabeça está separada do resto, significa que a pessoa foge do compromisso. O laço ao contrário, que não se liga à letra seguinte, é a renúncia ao ato sexual, característico de pessoas religiosas.

    Embora muitos duvidem da consistência desse sistema, trazendo argumentos teóricos, a transparência da proposta permite que cada um tenha sua própria opinião, baseada na prática.

     

    Matéria do History

  • metal

     

    A ciência comprova: jovens superdotados gostam mais de heavy metal de que de outros estilos musicais, e pesquisas acadêmicas dizem ainda que homens que gostam de metal são mais atraentes para mulheres. Por outro lado, estudos revelam que fãs de rock pesado são mais imprudentes, depressivos e correm o risco de machucar o cérebro e o pescoço ao agitar as cabeças para cima e para baixo no ritmo do som pesado.

    Homens que gostam de heavy metal são mais atraentes de que os que gostam de outros estilos musicais, segundo o estudo “Efeitos da Associação a Gêneros Musicais na atração Heterossexual”, desenvolvido por Dolf Zillmann e Azra Bhatia.

    Segundo a pesquisa, a preferência por música country diminui a atração em entrevistados dos dois sexos. Por outro lado, a devoção à música clássica e ao heavy metal teve uma reação específica por gênero. O fascínio pela música pesada aumentou muito o apelo dos homens e diminuiu o apelo das mulheres. Enquanto a adoração por música clássica teve consequências contrárias, aumentando o apelo das mulheres e diminuindo o de homens.

    Na pesquisa, estudantes universitários foram convidados a estimar traços de comportamento e avaliar a quantidade de desejo por um potencial encontro heterossexual. O estudo descobriu que a revelação da preferência musical tem influência sobre a atração heterossexual, assim como a percepção e a avaliação dos traços pertinentes. O estudo revelou ainda que as mulheres não preferem necessariamente homens que têm as mesmas preferências musicais que elas, enquanto homens se sentem mais atraídos por mulheres que têm os mesmos gostos que eles.

     

    Vi no Música UOL

  • Para quem tava muito ocupado e ainda não sabe, estou lançando um livro! Pois é quem diria né?

    Na próxima semana o livro deve entrar em pré venda nas melhores livrarias, quando entrar volto aqui para avisar todos vocês, enquanto isso quero a ajuda de vocês para decidir em quais cidades faremos os lançamentos.

    Como o Brasil é um país enorme teremos que fazer a escolha democraticamente, então selecionamos as cidades que mais acessaram o blog nos últimos meses e nada melhor que vocês mesmos escolherem né?!

     

    lançamento

     

     

  • app-mulheres-historia 

    Você conhece o aplicativo Field Trips (aquele que ajuda os usuários a descobrirem coisas bacanas sobre as cidades e bairros que visitam)? Saiba que ele recebeu uma atualização super legal, chamada Woman In The Map (em tradução Mulher no Mapa), que te avisa quando você está passando por um lugar que uma mulher fez história e te manda uma notificação contando o que aconteceu lá.

    As responsáveis pelo projeto são as mulheres do movimento feminista Spark, e tudo começou quando elas fizeram uma pesquisa e notaram que existe uma diferença muito grande entre homens e mulheres que receberam honras como nomes de ruas, estátuas e selos graças aos seus feitos históricos. Elas perceberam também que entre 2010 e 2013, menos de 20% dos Doodles, do Google, homenageavam mulheres.

    Foi quando foi confrontado sobre o assunto que o Google, além de garantir que mudaria a situação, convidou as meninas para criar um banco de dados e dar início a essa iniciativa, que é feita exclusivamente por mulheres e voltada para mulheres.

    Atualmente o banco conta com 100 nomes, entre eles os de Arpilleristas (Santiago, Chile), que tece tapeçarias que documentam a violência e o tumulto do regime de Pinochet, e o de Mary Anning (Lyme, Inglaterra), uma geóloga renomada, que encontrou fósseis de Plesiosauria (um réptil marinho já extinto).

    Elas convidam todas nós a sugerirmos outras mulheres de outros lugares do mundo para fazer parte do app, basta enviar para o email sparkteam@sparksummit.com uma biografia da mulher em questão com algo entre 150 e 300 palavras.

     

     

    Vi no Vírgula

Joe Black Desenvolvimento: Pub Web Agência Digital