• rapidinhaleitor

     

     

     

    “Então, decidi compartilhar com a galera um dos momentos bizarros que eu e meu namorado passamos. Namoro há 2 anos e meio e como todo casal (eu acho) qualquer lugar é hora pra uma sacanagem.

     

    Enfim, fomos passar o final de semana na praia com a família dele, no quarto que ficamos dormiu eu, o “João”, o irmão dele com a namorada, o primo do “João” e a namorada, enfim, uma galera né. Ficamos na mesma cama, tava na cara que isso não ia prestar.

     

    Durante a noite foi aquele pega nervoso, beijo pra lá, mão boba pra cá, mas como tinha gente do nosso lado achei melhor parar antes que chegasse nos finalmente e alguém visse, e fomos dormir, fazer o que né. Maaas, de manhã não teve jeito, acordamos numa vontade louca, nós precisamos gozar, e já que tinha gente dormindo do nosso lado, o jeito era a masturbação mesmo. Beleza, tava tudo muito bom debaixo do edredom, eu gemendo no ouvidinho dele, ele me chamando de safada, gostosa, delicia. Enfim, na hora H quando o “Joao” fala “Vou gozar”. Eis que surge na porta do quarto do nada O PRIMO DELE perguntando se nós queríamos pão-de-queijo! Maaaaaano eu lá com um pinto na minha mão todo lambuzado de porra, o ” João” com a mão na minha perereca, com aquela cara de “AAAAAHHH TO GOZANDOO!” pra disfarçar ele responde gaguejando: E-EU Q-Q-QUERO T-TRÊS! Acho que o primo dele percebeu alguma coisa, pq ele começou a rir e saiu, e eu com aquela cara de poker face.”

     

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    História da Katarina, se você também tem uma história legal pra contar, manda pra gente no email canalacidezfeminina@gmail.com
  • Bem Casados Tirinha 0450c

  • O Will além de desenhar muito bem, tem um senso de humor incrível que fazem as tirinhas dele serem sensacionais.

    willtirando

     

    chuchu

  • Priscilla Almeida indicou The Pretty Reckless e olha, a voz dessa menina, pqp!

     

  • rapidinhaleitor

     

    “Eu, M., tinha marcado de sair com um amigo, o P., mas ele acabou furando.
    Éramos amigos a bastante tempo, ele sempre esteve namorando mas fazia várias brincadeirinhas de duplo sentido. Ele tinha dado um tempo com a guria que ele namorava e havíamos saído antes, mas ficamos só nos beijos.
    Quando conversamos no dia seguinte ao furo que ele me deu, eu estava no shopping. Ele me disse que estava na casa da tia dele, que era ali perto, e disse que queria me ver, pra compensar o bolo do dia anterior.
    Quando cheguei lá, ele estava na frente da casa da tia. P. disse que ela tinha saído e não quis deixar a chave com ele, achou suspeito. Daí fomos andando e conversando. Umas ruas pra trás, tinha uma pracinha que cortava quase o bairro todo. A gente entrou ali (a pracinha era tipo um corredor entre as casas) e começou a procurar um banco. Detalhe: não achamos um.
    Como já estava escuro, sentamos num lugar mais calmo, com menos janelas, ficamos conversando mais um pouco e começamos a nos beijar. O clima foi esquentando, esquentando…
    Como estava quase deserto e eu estava com uma saia longa e bem levinha, tirei a calcinha e sentei no colo do P., de frente pra ele. A ideia era só a gente se tocar e tal, até porque passava um monte de gente de bicicleta toda hora. Mas a gente já tava pensando naquilo há tempo demais, e eu perguntei se ele tinha camisinha. O P. abriu um sorriso gigante e tirou três camisinhas de dentro da mochila, dizendo pra eu escolher. Peguei a única sem sabor e coloquei nele. A gente começou a tentar fazer entrar, mas não ia nem metade – isso quando a gente colocava no lugar certo.
    Quando a gente finalmente conseguiu, eu senti um negócio me acertar nas costas e virei pra ver o que era. Quando virei, notei que era uma PINHA. Sim, uma pinha. Notei porque jogaram no mínimo mais umas dez.
    A gente descobriu que ali era mais vazio porque era o muro dos fundos de uma escola. Umas seis crianças estavam ali e uma desceu correndo dizendo que ia chamar a professora.
    O P. vestiu a calça com a camisinha mesmo e saímos correndo… Eu nunca mais vi a minha calcinha.”

     

Joe Black