• rapidinhaleitor

     

     

    “Olá Acid, sempre leio as rapidinhas com o leitor e então resolvi contar a minha bela proeza.

    Há cerca de um ano atrás, eu com 19 anos, ficava com um rapaz que tinha uns 25, tínhamos bastante intimidade e então bastante liberdade também. Como ficávamos havia um tempo já, resolvi inovar (maldita ideia rs) já que ele também gostava de coisas diferentes.

    Numa tarde ele me chamou pra casa dele e eu já me empolguei e fui já pensando no belo sexo que ia fazer em breve. Cheguei animada e começamos a nos pegar. Foi então que tivemos a brilhante ideia de eu colocar a camisinha nele… mas com a boca! E eu super esperta não fazia a menor ideia de como fazer, nem com a mão eu sabia colocar, imagina com a boca! Por aí se imagina a cagada que está por vir né. Fazendo cara de experiente, fui tentando e enrolando até que coloquei (e pensei “sou foda pra caralho”), pra mim tava tudo certo, então fui por cima e comecei a fazer já que eu tava morrendo de tesão, fiz com vontade e nisso tive a sensação de uma bolha estourando em mim, MAS NEM PENSEI NA DITA CAMISINHA. E sai pra chupar ele já que eu tinha cansado, quando olhei pro pau dele, só tava o anel, a base da camisinha, ela tinha estourado!! E a burra aqui nem se tocou na hora. Tanto que ele nem percebeu e também não acreditou quando eu falei que tinha estourado! Então ele trocou e continuamos, terminamos e como sempre foi muito bom apesar do infeliz episódio. Uns 2 dias depois brigamos e paramos de ficar mas ainda nos falávamos de vez em quando. Dez dias depois dessa transa (10 DIAS!!) fui ao banheiro e me deparo com um negócio esquisito na minha calcinha, entrei em pânico. Até que fui olhar direito o que era, e era um pedaço da camisinha que tinha estourado. Depois dessa, nunca mais inventei coisa que não sabia fazer.”

  • siririca

     

    Preparada pelos veteranos de Serviço Social da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), a recepção destinada aos novatos do curso ganhou repercussão além dos muros da institução. Tudo por causa da “Oficina de Siririca” criada por alunas para debater a masturbação feminina. Mas, segundo as organizadoras, não se trata de uma aula prática coletiva e é destinado apenas às calouras. Na conversa, as meninas serão convidadas a falar sobre suas experiências com a masturbação, o tabu que cerca o relacionamento das mulheres com seus corpos, além de dicas, como explica Gabriela Pereira, de 25 anos.

    Aluna do 2º período do curso de História, Gabriela pretende trabalhar no campo de gênero e sexualidade e faz parte de um grupo de estudos sobre feminismo e classes sociais na UFOP. Além da “oficina de siririca”, também será exibido o documentário “Clítoris Prazer Proibido”.

    — É uma roda de conversa para falar sobre masturbação, prática, como a gente começou, como é para cada uma, um espaço para gente conversar. Quem quiser dicas, pode dividir, quem não quiser não precisa. Realmente, é um tabu, ninguém conversa. Desde que surgi com essa ideia, pelo menos quatro moças vieram falar comigo que nunca se masturbaram, outra me disse que nunca chegou ao orgasmo. Como que em pleno século 21 anos tem uma galera que não consegue se tocar? É muito tabu. A gente não tem espaço para discutir isso. A gente vê como é tabu que uma roda de conversa teve essa repercussão toda nas redes sociais e na mídia — destaca Gabriela.

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  • Eu escutei essa música infinitas vezes numa fase terrível que passei, mas quando a Camila Caires indicou ela por email, me fez ter toda uma nova impressão sobre a mesma. Curte ai o John Mayer na fodinha.

     

  • Vídeo e série nova!

     

Joe Black