• Priscilla Almeida indicou The Pretty Reckless e olha, a voz dessa menina, pqp!

     

  • rapidinhaleitor

     

    “Eu, M., tinha marcado de sair com um amigo, o P., mas ele acabou furando.
    Éramos amigos a bastante tempo, ele sempre esteve namorando mas fazia várias brincadeirinhas de duplo sentido. Ele tinha dado um tempo com a guria que ele namorava e havíamos saído antes, mas ficamos só nos beijos.
    Quando conversamos no dia seguinte ao furo que ele me deu, eu estava no shopping. Ele me disse que estava na casa da tia dele, que era ali perto, e disse que queria me ver, pra compensar o bolo do dia anterior.
    Quando cheguei lá, ele estava na frente da casa da tia. P. disse que ela tinha saído e não quis deixar a chave com ele, achou suspeito. Daí fomos andando e conversando. Umas ruas pra trás, tinha uma pracinha que cortava quase o bairro todo. A gente entrou ali (a pracinha era tipo um corredor entre as casas) e começou a procurar um banco. Detalhe: não achamos um.
    Como já estava escuro, sentamos num lugar mais calmo, com menos janelas, ficamos conversando mais um pouco e começamos a nos beijar. O clima foi esquentando, esquentando…
    Como estava quase deserto e eu estava com uma saia longa e bem levinha, tirei a calcinha e sentei no colo do P., de frente pra ele. A ideia era só a gente se tocar e tal, até porque passava um monte de gente de bicicleta toda hora. Mas a gente já tava pensando naquilo há tempo demais, e eu perguntei se ele tinha camisinha. O P. abriu um sorriso gigante e tirou três camisinhas de dentro da mochila, dizendo pra eu escolher. Peguei a única sem sabor e coloquei nele. A gente começou a tentar fazer entrar, mas não ia nem metade – isso quando a gente colocava no lugar certo.
    Quando a gente finalmente conseguiu, eu senti um negócio me acertar nas costas e virei pra ver o que era. Quando virei, notei que era uma PINHA. Sim, uma pinha. Notei porque jogaram no mínimo mais umas dez.
    A gente descobriu que ali era mais vazio porque era o muro dos fundos de uma escola. Umas seis crianças estavam ali e uma desceu correndo dizendo que ia chamar a professora.
    O P. vestiu a calça com a camisinha mesmo e saímos correndo… Eu nunca mais vi a minha calcinha.”

     

  • mentirinhas_695

  • rapidinhaleitor

     

    “Então pessoal vou me identificar como N., faz tempo que acompanho as histórias da “Rapidinha com o Leitor” e resolvi compartilhar uma meio sem noção que passei.

    Eu namoro ja faz 2 anos, e sabe como é início de namoro, muita pegação, sexo todo dia, toda hora e em qualquer lugar. Bom, eu tinha ido em um festão de formatura com o meu namorado e sabe como é um open bar né, ja tava la pelo meio da festa todo mundo muito bêbado e muito louco começou a bater aquela vontade e resolvemos que ia ser na festa mesmo, o salão tava escuro só com as luzinhas coloridas e eu e meu namorado fomos pra um canto bem escuro, que nem tinha como nos ver do meio do salão. Ele sentou na cadeira sentei no colo dele demos uns amassos e como eu tava de vestido foi só puxar a calcinha pro lado e meu namorado tirou o companheiro ali pelo zíper da calça mesmo e a gente tava la dando aquela metidinha nas “escondidas” quando simplesmente DO NADA um amigo nosso chega muito bêbado senta do nosso lado e começa a falar sem parar e nós ali, eu sentada no colo do meu namorado, “encaixados”, e paralisados enquanto nosso amigo ficava la falando sei la o que. Quando ele saiu a gente só desencaixou e rimos muito, até hoje nosso amigo nem imagina que aquilo aconteceu.”
Joe Black