• 27/01/2015 em: Vídeos

    FMdT #8 – Paris

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    rapidinhaleitor2

    Olá Acid,

    Me chamo M. François tenho 18 anos, a muito tempo estou apenas lendo as histórias mas dessa vez resolvi contar a minha!

    Pois bem… Namoro já faz praticamente 3 anos, e enrolei meu namorado 1 ano até nossa primeira transa, que por sinal foi ótima, ele sempre carinhoso.
    No dia do meu aniversário de 17 anos, resolvemos transar dentro do carro porque estávamos muito afim, aquele calor todo. Mas todos sabemos que no carro não é tão confortável assim né? Fizemos todas as posições possíveis que possa imaginar. Finalizei chupando até ele gozar. Depois que ele já tinha gozado tudo em meu rosto, começamos a sentir um cheiro de queimado.
    Adivinham ? Ele havia colocado uma bateria atrás do banco pra poder tocar o som numa festa. Como o banco  já estava meio desgastado o ferro encostou na bateria e pegou fogo! Ai foi aquele corre corre né, estávamos no meio do mato e saímos pelados. Ele apagou o fogo (literalmente) e fomos embora. Foi um belo presente de aniversário que eu ganhei!
  • Estupro

    A sociedade ensina “não seja estuprada” ao invés de “não estupre”.

      Um estudo feito comandado pela professora Sarah Edwards que aborda violência e gênero mostra que cerca de um terço dos estudantes do sexo masculino forçaria uma mulher a ter relações sexuais, se ninguém ficasse sabendo e isso não fosse trazer nenhuma consequência. E a maior hipocrisia de todas vem quando muitos delas afirmaram que não rotulariam essa atitude como estupro (migos, vamos entender uma coisinha: se não houve consentimento, é estupro, sim!). Além disso, a pesquisa também quis ver o nível de hostilidade que os participantes tinham em relação às mulheres e ver se isso influenciaria o resultado no “estuprar ou não estuprar”. Para isso, afirmações como “Eu sinto que muitas mulheres flertam com homens só para provocá-los e prejudicá-los” e “Fico irritado facilmente por mulheres” foram feitas para que eles falassem como se sentiam em relação a elas. Outras perguntas ainda mediam a tal da hipermasculinidade (também conhecida por homice nos meios feministas), com perguntas que associava a violência e o perigo como algo exitante ou másculo. O resultado mostra que não existe uma abordagem específica para a prevenção da agressão sexual, sendo que eles ainda são menos efetivos aos que mostraram hostilidade às mulheres (a.k.a. misoginia). Eles chegam a afirmar que é muito importante acabar com a ideia de um estuprador estereotipado, pois isso faz com que a prevenção do estupro seja ainda menos eficaz. E depois desse estudo ainda tem gente falando que “misoginia não existe” e que o feminismo não é mais importante porque “as mulheres já conseguiram todos os seus direitos e agora são iguais aos homens”. Risos.   Matéria do Vírgula

  • Hoje eu vou indicar o Open Bar do Mussum pra vocês, o Bebida Liberada conta as propriedades das cervejas e bebidas alcoólicas, vantagens e desvantagens de ser um bebum e o Leandro ainda tem um canal no Youtube ensinando a fazer vários drinks sensacionais e degustando cervejas e afins.

    Corre lá pra conferir.
    bebida

     

     

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    beijinho

  • Indicação do Thiago Arthur – música do Milky Chance

     

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