• rapidinhaleitor

     

    Olá Acid!

    Pode me chamar de “Lú”, moro em SC e em uma cidade rodeada por praias.
    Bom namoro a quase 2 anos com um rapaz, extremamente romântico e que adora aventuras. Pois bem em uma de nossas datas comemorativas de namoro fomos para a praia jantar e dar uma volta, após o jantar já passava da 1:00 hora da manhã, fomos dar uma caminhada a beira mar e resolvemos deitar sobre umas pedras que haviam lá, e ali começou todo aquele clima e iluminados apenas pela lua e alguns postes um pouco distantes das pedras começamos o rala e rola, pedi a ele que deitássemos em uma pedra que estava um pouco mais abaixo que a outra para não correr o risco de ninguém nos ver e aparecesse alguém por ali, o que ele me chamou de louca pois disse que era impossível.
    Mas ele não contente queria gozar em cima dos meus peitos, e ficou em pé batendo uma punheta em cima de mim quando escutamos vozes, ele totalmente concentrado de olhos fechados de repente 4 pessoas chegam aquele lugar e ficam de frente a ele, ai então eu percebi e o chamei para que ele se abaixasse.
    As pessoas com certeza constrangidas ou sei lá o que foram embora logo, e ele curioso para saber se eles haviam os visto foi ate a altura da pedra que as pessoas estavam e me pediu para que eu ficasse em pé para ver qual foi a visão das pessoas, para nossa surpresa eles conseguiram o ver nitidamente, enquanto a mim que estava deitada não conseguiram ver por causa da pedra que estava um pouco mais abaixo, não conseguimos fazer mais nada pois não parávamos de rir, e quando estávamos indo embora uns rapazes gritaram de longe lá vem o ” PUNHETEIRO DA PEDRA”.
    Putsss, rimos muito até chegar em casa e ficamos imaginando se essa história se perpetuar e se quando nossos filhos e netos frequentarem aquela praia vão ouvir falar do punheteiro da pedra.

  • Se você completar a cartela desse bingo com as frases dela, sim, ela está pronta!

     

    Bingo-do-fim-do-relacionamento

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    Uma empresa americana projetou uma linha de roupas íntimas contra estupros que está causando muita polêmica. Se trata da AR Wear (as iniciais são para antiestupro em inglês), uma calcinha feita de um tecido altamente resistente a lâminas e tesouras.

    A lingerie possui um tipo de cadeado acoplado na barra superior da peça, que não tem chaves, e só pode ser retirada do corpo pela própria usuária mediante um código que deve ser memorizado.

    continue lendo…

  • Na última terça feira, dia 25/08 ao invés do vídeo usual, fiz um hangout com a galera, se você perdeu mesmo eu tendo floodado todas as redes sociais com o horário, pode assistir aqui!

     

     

  • rapidinhaleitor

     

    Quando era jovem namorava uma garota, era minha primeira namorada e inclusive perdi minha virgindade com ela. Nossa química era perfeita. Fazer sexo com ela era muito bom. Com os hormônios a flor da pele e muito apaixonados sempre que a gente ficava sozinho o sexo rolava.
    A gente nunca tinha ido no motel, mas também eu nem tinha dinheiro para o ônibus muito menos para o motel. Comecei a trabalhar no supermercado peguei meu dinheirinho e procurei um motel barato. Eu e ela ficamos muito empolgados pois pra gente seria uma experiência nova.
    Chegamos no motel à pé, toquei o interfone pedi o quarto a mulher me entregou a chave e o portão da garagem levantou, foi meio constrangedor pois não havia carro ali somente nos dois. Chegando no quarto minha namorada pediu para eu pegar ela no colo
    como se a gente fosse recém casados, pensei comigo tudo bem deve ser uma fantasia dela não custa nada eu agradar.
    Peguei ela no colo cheguei próximo da cama e joguei ela em cima da cama, ouvi um barulho estranho, sabe quando você bate o osso do cotovelo no concreto? Foi mais ou menos esse o barulho que fez quando joguei ela na cama.
    Quando olho para o rosto dela percebo que ela esta pálida tentando gritar mas a voz não saia, achei que ela estava de gozação. Quando o ar dela voltou ela soltou um grito como se alguém tivesse matando ela começou a gritar muito de dor ai sim
    percebi que não era brincadeira. Ela chorava muito e não conseguia falar.
    Eu fiquei desesperado perguntando o que aconteceu. Ela colocou a mão na coluna não conseguia se mexer direito.
    Ai percebi que o colchão da cama era fino tipo de hospital, e de baixo tinha um bloco de concreto que era a cama. Ela tinha batido o coques da coluna no concreto. 
    Ela estava chorando e gritando muito, imagino que se alguém passou próximo do quarto nesta hora deve ter pensando que o sexo selvagem estava demais. Pedi para ela ficar quietinha que a dor ia passar. O sexo não rolou a final de contas nem
    tinha clima pra isso. Depois de duas horas ela conseguiu levantar. A gente saiu do quarto ela estava com as mãos nas costas andando com dificuldades. As mulheres do guinche ficaram me olhando com os olhos arregalados.
    No dia não teve graça, mas hoje a gente dá muita risada quando lembra e já estamos juntos a 15 anos.

     

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    A trágica história é do Fernando. Se você também tiver alguma história cômica, trágica ou legal pra contar, manda pro canalacidezfeminina@gmail.com.

  • Ciclo-dos-solteiros

Joe Black