• rapidinhaleitor2

     

    Olá, sempre leio as histórias que passam por aqui e também resolvi contar a minha.
    Bem, em um belo dia eu e meu atual namorado estávamos na casa dele e a casa estava sozinha, pronto né começou os amassos e tal e a gente foi pro quarto , estava tudo as mil maravilhas, melhor impossível! Quando estávamos nos finalmentes escutamos o portão abrindo. Pronto, bateu o desespero, não sabia o que fazer e eu tentando encontrar minhas roupas e nada da minha calcinha. Procurei debaixo da cama, no chao, dentro do guarda roupa, até na sacada. Não tinha outra escolha, sai correndo pro banheiro com as roupas na mão e meu namorado ainda procurando minha calcinha.
    Era a mae dele que tinha chegado, e eu já estava com muita vergonha até que eu escuto: “Filho, a calcinha da sua namorada estava debaixo da mesa da cozinha, entrega pra ela, o cachorro carregou pra lá!!”
    Pronto ne, queria sumir, desaparecer, furar um buraco na parede, queria morrer ali dentro do banheiro mesmo! Até hoje morro de vergonha da minha sogra por esse episodio.

  • casal

     

    Fruto de um relacionamento na época do colegial, americana ficou 12 anos sem ter notícias do pai até que aos 17 anos, ela teve a chance de reencontrar o pai biológico. “Minha mãe era muito controladora. Ela tinha a senha do meu Facebook, desde a criação da conta. Um dia, depois de recuperar os meus privilégios de acessar a rede social, ele me adicionou como amigo. A princípio, pensei que fosse o meu avô, por causa do nome similar. Só depois me dei conta de que se tratava do meu pai. Eu disse que achava que ele estava morto e perguntei por que ele demorou para entrar em contato. Ele disse que sempre tentava me adicionar, mas eu sempre rejeitava o convite. Era a minha mãe controlando o meu perfil.”

    O contato seguiu via internet e eles descobriram vários gostos em comum. Se encontraram uma semana depois. Passaram o dia todo abraçados. “Descobrimos que somos muito parecidos.” Foi aí que a menina pediu para passar uma semana com ele, que morava cerca de 30 minutos de distância da sua casa. “Acho que minha mãe sabia que eu iria me mudar. Chegamos a um ponto onde eu precisava escapar, ela era muito controladora.”

    Os dois passaram cinco dias juntos. “Ele estava morando com a namorada. Na primeira noite, dormiu no sofá e eu no chão, só para ter a certeza de que estava tudo bem. Dormir em lugares diferentes me deixava ansiosa e eu pedi para que ele ficasse comigo, caso eu tivesse pesadelo durante a noite. Na segunda noite, ele dormiu no sofá novamente. E no terceiro dia, eu me vi dormindo com ele no chão, deitada em seu peito, nos braços. A quarta noite passamos no chão de novo. Desta vez, nós realmente nos abraçamos. Quando acordamos, estávamos de conchinha. Eu não soube disso na hora, mas depois que nos declaramos, ele confessou ter tido uma ereção. [Não senti nada]. Eu estava dormindo e ele foi discretamente ao banheiro.”

    Na noite seguinte, enquanto brincavam de lutinha antes de se deitarem, ela o mordeu. “Eu pude vê-lo arrepiado dos dedos dos pés aos ombros. Em seguida, ele beliscou minha coxa e eu me arrepiei toda. Paramos e dissemos que não sabíamos o que estava acontecendo, mas admitimos que sentíamos algo forte um pelo outro. Discutimos se isso era certo e nos beijamos. Depois, fizemos amor pela primeira vez. Foi quando eu perdi a virgindade.

    Ela conta que nunca teve vida social, namorou um garoto durante dois anos, mas foi traída. Em seguida, se relacionou com uma garota, mas ela era muito religiosa e a relação não vingou.

    Há uma razão para eu ter perdido a virgindade com ele – eu nunca me senti confortável com outro homem. Foi incrivelmente sensual. Nós dois tivemos orgasmos”, relatou, acrescentando que em nenhum momento foi coagida ou sentiu estranheza. “Foi natural. Não foi um tabu. Senti como se estivesse fazendo amor com um homem com quem eu estava junto há anos.

    No depoimento, ela confirmou que eles se sentiram completamente apaixonados, sentimento que causou o fim do namoro do pai, na época. A mãe e a família materna os veem como pai e filha; já a família paterna os aceita como um casal e “estão ansiosos para que tenhamos filhos”.

    Quase dois anos depois do início do relacionamento, eles planejam se casar. “Quero um casamento completo, mas não legalmente registrado. Não acredito que um pedaço de papel prove que você deseja ficar com a pessoa que ama.” Para isso, pretendem se mudar para Nova Jersey, onde podem se sentir seguros perante a lei. “O incesto entre adultos não é considerado ilegal por lá. E assim que mudarmos, vou contar a todo mundo.”

    O desejo do casal é também ter filhos biológicos. Eles não temem risco algum. “Eu não correria o risco de ter um filho se eu soubesse que seria prejudicial. Eu pesquisei sobre isso. Todo mundo pensa que as crianças nascidas em relações incestuosas, certamente, terão problemas genéticos, mas isso não é verdade. Isso acontece quando há anos de consanguinidade, como com a família real.”

    Mas ela admite que, às vezes, o procura como filha. “Quando eu preciso do meu pai, eu digo, ‘Ei, pai, preciso de você’. E nessa hora, ele não é meu noivo ou namorado, mas meu pai.”

    Hoje, ela está com 18 anos e ele com 37, mas garantem que a diferença de idade não atrapalha em nada. “Eu nunca me senti dessa forma com ninguém.”

    Quanto aos julgamentos, ela diz: “Eu não entendo por que estou sendo julgada por ser feliz. Somos dois adultos que salvaram um ao outro. As pessoas precisam pesquisar mais sobre incesto e GSA, porque eles não sabem do que se trata e não entendem como acontece. Quando você tem 18 anos, você sabe o que quer. Você é adulto diante da lei. Eu posso cuidar de mim mesma. Não preciso se proteção. Se eu estivesse em uma situação da qual eu tivesse que sair, eu sairia. Não tenho medo de me defender.”

     

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  • mentirinhas_7431

  • Desconheço uma mulher que não fica com tesão ao som ou presença de Adam Levine, é por isso que a indicação da Pricila M. é a indicação de hoje.

     

     

  • Nesse blog o Marcos Noel retrata os acontecimentos da vida cotidiana de um casal através de tirinhas. Eu vivo replicando as tirinhas dele aqui porque é  muito fácil se identificar com as tirinhas da Gi e Kim e passar a se colocar no lugar deles. Clica ai pra você conhecer mais.

     

    giekim

  • 16/01/2015 em: Vídeos

    Chifre!

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